O mexilhão-zebra (Dreissena polymorpha) é uma espécie invasora com elevado impacto ecológico, económico e operacional em massas de água, infraestruturas hidráulicas, sistemas de captação, reservatórios e atividades recreativas.
A BIOTA apoia entidades públicas e privadas na monitorização, prevenção, controlo e gestão do risco de invasão por mexilhão-zebra, combinando métodos clássicos de deteção com ferramentas moleculares, como o ADN ambiental, para uma resposta mais rápida, robusta e eficaz.
A monitorização clássica permite avaliar a presença de mexilhões adultos e larvas, recorrendo a metodologias complementares:
A análise de ADN ambiental permite avaliar a presença da espécie a partir de amostras de água, sendo especialmente útil para deteção precoce e monitorização preventiva.
O serviço inclui:
Desenvolvemos planos adaptados a cada território, massa de água ou infraestrutura, incluindo:
A BIOTA acompanha o processo de implementação de medidas de erradicação e controlo, desde o diagnóstico inicial até à definição de ações corretivas e acompanhamento técnico, procurando maximizar a eficácia das medidas aplicadas.
Estes serviços são particularmente relevantes para:
A BIOTA combina experiência em biodiversidade aquática, monitorização ambiental e gestão de espécies invasoras, oferecendo soluções integradas desde a deteção precoce até à implementação de medidas de controlo.
A abordagem inclui:
A BIOTA conta com experiência consolidada na monitorização e gestão do mexilhão-zebra em Portugal, com intervenção em projetos relevantes a nível nacional.
Destaca-se o trabalho desenvolvido na avaliação da presença de mexilhão-zebra em albufeiras portuguesas desde 2014, bem como a participação na elaboração do Plano de Ação Local para controlo da espécie no EFMA (Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva) e a integração no Grupo de Trabalho do Plano de Ação e Controlo Nacional de mexilhão-zebra.
Consultar projetosA BIOTA conta com uma equipa multidisciplinar especializada em ecologia de sistemas aquáticos e gestão de espécies invasoras, coordenada por Joaquim Reis, Coordenador do Departamento de I&D da BIOTA, Doutorado em Biologia da Conservação e especialista em ecologia de sistemas aquáticos.
Coordenou o Grupo de Trabalho para o Plano de Ação de controlo do mexilhão-zebra em Portugal, o plano de ação local no EFMA e possui mais de 10 anos de experiência em monitorização e deteção precoce da espécie. Coordenou ainda o Atlas dos Bivalves de Água Doce de Portugal Continental, foi Coordenador Científico do Centro de Reprodução do Mexilhão-de-Rio em Boticas e integra o Grupo de Especialistas da UICN para a sobrevivência de espécies (Espanha).
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